Desde meu início na fotografia a lua sempre me chamou atenção. Por diversas vezes e em diferentes ocasiões eu paro para fotografar esse satélite natural da terra que tanto atrai algumas pessoas e tem lá um ar de “misticismo” para outros. Você pode conferir uma pequena mostra desse meu apego com a lua vistando a galeria com o meu projeto Nebulosa Lua clicando aqui

Enfim, unir a paixão pela fotografia com a minha admiração com a lua foi uma das tarefas mais prazerosas pra mim.

Aqui no Rio de Janeiro, nas primeiras horas do dia primeiro de janeiro, o tempo estava parcialmente coberto mas deu para ver muito bem. Esperei um bom momento para fotografar, da janela de casa mesmo. Eis o resultado:

 

 

EXIF:
ISO 800
1/250 (com tripé)
f/5.0

No ano de 2018 teremos duas super luas já em janeiro. Na verdade a segunda Super Lua será a junção de três fenômenos!!! A última vez que acontecerem foi há 150 anos: trata-se da Lua Azul, da Lua de Sangue e da tradicional Super Lua. Vou comentar sobre cada uma delas:

Lua Azul: A lua não fica azul, uma pena, não é? O nome é devido o fato de ter duas luas cheias no mesmo mês. O Ciclo lunar é de 29,5 dias e nossos meses têm 30 e 31 dias (e também fevereiro com 28 ou 29) logo a conta não bate ou seja, em algum momento teremos duas fases da lua no mesmo mês. Quando acontece com a lua cheia, ela recebe esse nome.

Lua de Sangue: É o nome “romântico” do eclipse total da lua. Nesse caso a lua perde a aparência de branca e brilhante e fica avermelhada.

Super Lua: Na verdade são dois fenômenos, a lua cheia e ao mesmo tempo o satélite atinge a menor distância da terra (também chamado de perigeu). Isso ocorre pois a órbita da lua é elíptica e conseguimos observa-lá 14% maior e 30% mais brilhante.

Já estou ansioso para o dia 31 de janeiro, será que o tempo vai ajudar aqui Rio de Janeiro? rs

Até a próxima.